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Shanghai Business School 12 de outubro de 2026Xangai

Shanghai Business School: a hotelaria como formação para negócios

Registro de Rodrigo Terron e NewHack, aprofundado com contexto e informações de fontes externas.
Campus, ensino prático, café, chá e vinho na primeira parada acadêmica da missão. Uma conexão entre Xangai, a educação suíça e o mercado de serviços.
Chegada do grupo ao campus da Shanghai Business School.
Visita à Shanghai Business School, 12 de outubro de 2026. Ver todas as fotos

Uma entrada pela prática

No dia 12 de outubro de 2026, o grupo visitou a Shanghai Business School, em Xangai. O percurso combinou uma apresentação da instituição, espaços de formação em hotelaria e perguntas do grupo sobre educação, mercado e cooperação internacional.

As salas dedicadas a bebidas, os equipamentos de café, o ambiente de preparação de chá e os painéis do instituto ajudam a situar a proposta. A formação aproxima conhecimentos de gestão das habilidades exigidas na operação de serviços. A visita revela esse ambiente de aprendizado e a ponte construída com a escola suíça EHL.

Shanghai Business School e Shanghai Lausanne

A Shanghai Business School, ou SBS, se apresenta como uma universidade pública de perfil aplicado, voltada à formação em negócios. Dentro dela, o College of Shanghai Lausanne Hospitality Management é uma unidade criada em cooperação com a EHL, tradicionalmente conhecida como École hôtelière de Lausanne. A visita guiada apresentou essa relação entre a instituição chinesa e a formação suíça em hospitalidade. Perfil institucional da SBS.

O histórico oficial da SBS informa que a cooperação com a EHL começou em 2012 e que o instituto recebeu aprovação do Ministério da Educação da China em maio de 2021. O anúncio descrevia duas formações de graduação: gestão hoteleira e comércio eletrônico. A EHL identifica a unidade em sua rede de escolas certificadas, com participação desde 2024. Histórico da cooperação e rede acadêmica EHL.

Hotelaria reúne competências diferentes

No Q&A, o grupo perguntou por que existe uma formação universitária específica em hotelaria. A explicação relacionou a área à necessidade de profissionais para o mercado de serviços, viagens e eventos. O assunto apareceu como um campo que exige conhecimento próprio, além de habilidades gerais de administração.

Essa leitura faz sentido quando se observa a operação de um hotel. Há atendimento, alimentos e bebidas, recepção, organização de equipes, finanças e coordenação de atividades. Qualidade depende de várias etapas trabalhando juntas. A gestão precisa entender o que acontece na execução, e a execução precisa de critérios para manter o serviço consistente.

Café, chá e vinho como espaços de formação

Durante o percurso, foram apresentados ambientes de formação em vinho, café e chá. A explicação associou esses espaços à aprendizagem prática de técnicas profissionais da hotelaria. A sala de bebidas foi descrita como um lugar usado para aulas de degustação, com exposição de vinhos produzidos na China.

As fotografias registram o bar e a biblioteca de bebidas e objetos, equipamentos de café, uma roda de aromas e uma mesa de preparação de chá. Esses elementos tornam visível a relação entre repertório sensorial, técnica e serviço. Os registros documentam os espaços apresentados e a presença do grupo ao longo do percurso.

Para quem empreende, a conexão é útil. Uma experiência de qualidade envolve reconhecer diferenças, preparar corretamente, comunicar e repetir um padrão. Em muitos negócios de serviços, o treinamento continua sendo parte importante da capacidade de crescer com consistência.

A relação com empresas aparece no percurso

Uma parede de organizações foi apresentada como parte da relação do instituto com o setor. Na explicação recebida, essas conexões oferecem oportunidades de estágio e treinamento em diferentes áreas, incluindo recepção, restaurantes e funções administrativas dos hotéis.

O ponto relevante é a aproximação entre formação e trabalho. Estudar uma operação com contato com suas equipes ajuda a encontrar problemas reais, desenvolver competências e compreender as exigências do mercado. As marcas apresentadas nesse ambiente fazem parte das relações institucionais da escola com o setor.

A cooperação também circula pela cultura

A ligação com a Suíça apareceu em uma parede relacionada ao Swiss Day, apresentado como uma ocasião de intercâmbio cultural. Na conversa, também foi relatada a participação de professores suíços em atividades de ensino. A cooperação se torna mais concreta quando aparece no ambiente, nas pessoas e nas experiências de formação.

As perguntas sobre idiomas ampliaram esse tema. A explicação distinguiu a ênfase bilíngue do instituto cooperativo de outras ofertas da universidade e mencionou opções de aprendizagem de idiomas. O encontro conecta formação profissional e capacidade de trabalhar entre culturas, sem reduzir a parceria a um nome estrangeiro no currículo.

Uma agenda de inovação ligada aos serviços

A ligação entre hotelaria e tecnologia aparece no planejamento institucional da SBS. Em notícia de 1º de junho de 2026, a escola relacionou sua agenda à inovação da experiência de serviço, à sustentabilidade hoteleira e a aplicações de IA e robótica, com intenção de desenvolver um centro sino-suíço de inovação. São prioridades anunciadas pela instituição. Para quem empreende, a pergunta é como essas capacidades podem melhorar a operação e o atendimento sem perder a qualidade humana do serviço. Planejamento institucional de 2026.

Uma pergunta para levar ao negócio

O percurso coloca uma questão para os founders: que parte do seu produto ou serviço depende de uma competência que precisa ser ensinada, praticada e acompanhada? Aproximar treinamento, operação e contato com o cliente pode revelar problemas que ficam escondidos em apresentações.

Aplicação sugerida: escolher uma etapa importante da experiência do cliente e acompanhar como ela é executada. Registrar as dificuldades, conversar com a equipe e transformar uma delas em um experimento de melhoria.
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